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santa 03

Teresinha nos ensina sobre o sofrimento:

“Quando se quer atingir um fim, deve-se procurar os seus meios. Jesus me fez compreender que era pela cruz que Ele queria me dar almas e minha atração pelo sofrimento cresceu na medida em que o sofrimento aumentou”. (MA 69v)

“O sofrimento me estendeu os braços e neles me joguei com amor”. (MA 69v)

“Vejo que só o sofrimento pode gerar almas”. (MA 81r)

“Quero sofrer por amor e mesmo alegrar-me por amor”. (MB 4v)

“Meu Deus, por vosso amor aceito tudo: se quiserdes, quero mesmo sofrer até morrer de aflição”. (MC 9v)

“O sofrimento se torna a maior das alegrias, quando a gente o busca como o mais precioso dos tesouros”. (MC 10v)

“Sofrer e ser desprezado! Que amargura e que glória!” (CT 81)

“A vida é apenas um sonho, em breve acordaremos e que alegria!… quanto mais nossos sofrimentos são grandes, tanto mais nossa glória será infinita”. (CT 82)

“Se um suspiro pode salvar uma alma, que não podem fazer os sofrimentos como os nossos? Não recusemos nada a Jesus!” (CT 85)

“Aproveitemos de nosso único momento de sofrimento! Só vejamos cada instante… um instante é um tesouro!” (CT 89)

“Não foi sofrendo e morrendo que Jesus resgatou o mundo?” (CT 213)

“O sofrimento unido ao amor é a única coisa que me parece desejável no vale das lágrimas”. (CT 254)

“Bem ao contrário de me lamentar, alegro-me porque o Bom Deus me permite sofrer ainda mais por seu amor”. (CT 263)

“Sobre a prensa do sofrimento/Te provarei meu amor/Não quero outra alegria/Senão me imolar cada dia.” (PN 25,7)

“Jesus, sem dúvida, mudará minha natureza no céu, do contrário sentirei saudades do sofrimento e do vale de lágrimas”. (CT 258)

“Sofrer é justamente o que me agrada da vida!” (CA 25.7.1)

“Jamais teria acreditado que fosse possível sofrer tanto! Jamais! Jamais! Não posso explicar isso senão pelos desejos ardentes que tenho tido de salvar almas”. (CA 30.9)

“O Bom Deus me dá coragem na proporção dos meus sofrimentos. Sinto que, no momento, não poderia suportar mais, mas não tenho medo, pois se Ele os aumentar, aumentará, ao mesmo tempo, minha coragem”. (CA 15.8.6)

O mês de outubro é o Mês das Missões. Nele queremos refletir com especial enfoque no nosso compromisso de discípulos missionários até os confins do mundo.

Desde 1926, com a instituição do Dia Mundial das Missões pelo Papa Pio XI, intensificou-se em toda a Igreja, e em todas as Igrejas particulares, o apelo a renovar e direcionar o próprio ardor e vida missionária para além das próprias fronteiras, em dimensão universal. A 5ª Conferência do Celam, por sua vez, realizada em Aparecida, SP, em maio de 2007, fez um apelo forte, no sentido de que toda a Igreja, todos os batizados, se tornem discípulos-missionários de Jesus Cristo.

Também no Brasil, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) cuidam de organizar e produzir subsídios para a Campanha de animação e cooperação Missionária (CM) que se realiza todos os anos em outubro. O material é enviado com bastante antecedência a todas as dioceses do Brasil.

A Campanha Missionária no Brasil, costuma retomar a Campanha da Fraternidade (CF), dando-lhe roupagem missionária: “Escolhe, pois, a Vida” (Dt 30,19), foi o lema da CF 2008; Vida para Todos os Povos é o tema da CM 2008. Tudo isso, em continuidade com o 2° Congresso Missionário Nacio­nal, realizado em Aparecida, SP, de 1° a 4 de maio, que teve como tema Do Brasil de Batizados ao Brasil de Discípulos-Missionários Sem-Fronteiras e, lema, Igreja no Brasil: Escuta, Segue e Anuncia, e com o 3° Con­gresso Missio­nário Americano (CAM 3–Comla 8), realizado em Quito (Equador), de 12 a 17 de agosto, com a participação de 130 delegados do nosso país. São propostas e eventos que nos estimulam incitam a novo vigor e ardor missionário.

O Dia Mundial das Missões, momento culminante da Campanha Missionária, é a ocasião da colaboração concreta de todos os católicos do mundo inteiro para com a Missão universal. É sempre no penúltimo domingo de outubro, que neste ano cairá no dia 19 daquele mês. A colaboração dos brasileiros em 2007 apoiou inúmeros projetos missionários no Brasil, Índia, Ruanda, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, República Democrática do Congo, Malavi, Etiópia, Indo­nésia, Timor Leste, Filipinas e Equador.

As quatro Pontifícias Obras Missionárias
1. A Pontifícia Obra da Propagação da Fé foi fundada em 1822, por Paulina Jaricot, uma jovem francesa, que desde pequena acompanhava as notícias das Missões na China e na Ásia oriental, de suas imensas necessidades. Sensibiliza um grupo de amigas operárias e juntas rezam e oferecem às Missões parte do dinheiro tirado de seus pobres salários. Fundam a Obra da Propagação da Fé, para ajudar a obra da evangelização nas Missões. A Obra espalhou-se, e o Papa Pio XI, em 1922, declarou-a “Pontifícia”, constituindo-a como organismo oficial da Santa Sé para a cooperação missionária, recolhendo ofertas de fiéis de todo o mundo e repartindo-as entre todas as Missões.
Proposta: Você sabia que os católicos brasileiros oferecemos às Missões, em média, menos de cinco centavos ao ano por pessoa? Que tal imitarmos Paulina e suas companheiras e darmos um corte nas nossas despesas fúteis e engordarmos nossa oferta no Dia Mundial das Missões?

2. A Pontifícia Obra da Santa Infância, ou Infância Missionária (IM), foi fundada por D. Carlos de Forbin-Janson, na França, em 1843, com o objetivo de sensibilizar as crianças dos países cristãos para as necessidades das crianças dos países de Missão. “Crianças ajudam e evangelizam crianças” é o lema inicial da Obra, que foi assumida pela Igreja e chamada de “Pontifícia” pelo Papa Pio XI, em 1922. Hoje a IM está presente em 130 países. E também no Brasil ela se encontra em plena expansão.
Proposta: Você sabia que as crianças e adolescentes da IM rezam todos os dias pelas Missões e oferecem todo mês seus trocados, fruto de generosos sacrifícios? Que tal imitar essa garotada e dar um corte em guloseimas e outras despesas dispensáveis, para engordar nossa cooperação missionária?

3. A Obra de São Pedro Apóstolo foi fundada, em 1889, por Joana Bigard e sua mãe, Estefânia, leigas francesas, para sensibilizar o povo cristão acerca da importância do clero local nos territórios de Missão. Ainda hoje esta Obra, reconhecida como “Pontifícia” pelo Papa Pio XI, em 1922, promove a colaboração espiritual e material para a formação dos futuros sacerdotes e candidatos à vida consagrada nas Missões.
Proposta: Você sabia que nas Missões há muitos jovens dispostos a consagrar-se a Deus na vida religiosa ou no sacerdócio, e não podem fazê-lo por causa da sua pobreza? Que tal adotar um/a aspirante ao sacerdócio ou à vida religiosa na África, na Ásia ou na Oceania? (Escreva para as POM: Caixa Postal 3.670, 70089-970 Brasília – DF – Tel. (61) 3340-4494 – pom@pom.org.br.)

4. A União Missionária do Clero foi fundada em 1916, pelo Bem-Aventurado Pe. Paulo Manna, missionário italiano, que, estando nas Missões, tinha experimentado a indiferença das comunidades cristãs para com seus missionários. Esta obra foi pensada para os sacerdotes, mas hoje se volta a todos os que são chamados a trabalhar, para que o Povo de Deus seja animado por um espírito missionário e por uma grande sensibilidade no tocante à cooperação missionária. Em 1956, o Papa Pio XII declarou-a “Pontifícia”, completando assim o quadro das Pontifícias Obras Missionárias.
Proposta: Você conhece os missionários e missionárias que nasceram ou trabalharam na sua comunidade e agora atuam além-fronteiras? Que tal procurarmos seu endereço e mandar-lhes uma cartinha, para contar-lhes como foi nosso Mês das Missões 2008? Veja o site www.alemfronteiras.org.br

O Dia Mundial das Missões
O Dia Mundial das Missões, organizado pela Obra da Propagação da Fé (POM), é o dia reservado aos católicos de todo o mundo para especial colaboração pessoal na ação missionária da Igreja, mediante contribuição financeira, oração e sacrifício.

Anualmente, o Dia Mundial das Missões é celebrado no penúltimo domingo de outubro. Nas palavras do Papa João Paulo II, “o Dia Mundial das Missões, orientado à sensibilização para a questão missionária, mas também para a coleta de fundos, constitui momento importante na vida da Igreja, porque ensina como dar a contribuição: na Celebração Eucarística, ou seja, como oferta a Deus, e para todas as Missões do mundo” (cf. Redemptoris Missio 81).

O Papa João Paulo II falou do Fundo Universal de ajuda da Obra da Propagação da Fé como um “fundo central de solidariedade”. Em Mensagem preparada para o Dia Mundial das Missões, o Papa disse: “A oferta coletada será destinada ao Fundo de Solidariedade central a ser distribuído pela Obra da Propagação da Fé, em nome do Papa, às Missões e missionários de todo o mundo.”

Cada ano crescem as necessidades da Igreja Católica nas Missões, com a constituição de novas dioceses; abertura de novos seminários, devido ao crescimento do número de jovens que acolhem o chamado de Cristo a segui-Lo como sacerdotes; regiões destruídas por guerras ou fenômenos naturais, que devem ser re­cons­truídas; regiões por longo tempo fechadas à evangelização e que agora se abrem para ouvir a mensagem de Cristo e da Sua Igreja. É por isto que a participação e o comprometimento dos católicos de todo o mundo é tão urgente e necessário.

Cerca de 1,1 mil dioceses de Missão recebem regularmente assistência anual dos fundos recolhidos. Além disto, essas dioceses apresentam à Congre­gação para a Evange­lização dos Povos pedidos de ajuda, entre outras necessidades, para catequese, seminários, trabalhos das comunidades religiosas, meios de comunicação e transporte, construção de capelas, igrejas, orfanatos e escolas. Essas necessidades são providas com as doações arrecadadas cada ano. Os diretores nacionais das POM decidem, em votação, pela melhor utilização desses recursos, considerando as maiores necessidades. Depois os subsídios são distribuídos a projetos da Missão pelo mundo afora.

A origem do Dia Mundial das Missões
m 1922 foi eleito Papa o Cardeal Arcebispo de Milão (Itália) Achille Ratti, que tomou o nome de Pio XI (1922-1939). Seu ardor missionário era conhecido de todos e esperava-se dele grande impulso para a Missão. Logo em 1922 constituiu as Pontifícias Obras Missionárias, recomendando-as como instrumento principal e oficial da Cooperação Missionária de toda a Igreja. Estimulou a criação de novas Missões e ordenou os primeiros bispos indianos (1923) e chineses (1926). No Ano Santo de 1925, abriu no Vaticano uma Exposição Missionária Mundial e, no ano seguinte (1926), publicou uma Encíclica sobre as Missões, Rerum Ecclesiae, na qual reafirmava a importância dos objetivos missionários programados no início do seu pontificado.

A idéia de um Dia das Missões em esfera mundial nasceu no Círculo Missionário do Seminário Arquidiocesano de Sássari (Sardenha, Itália). De 14 a 16 de maio de 1925, o Círculo Missionário organizou um tríduo missionário, com a participação do arcebispo, que suscitou muita animação. No ano seguinte, de 17 a 20 de março de 1926, repetiu-se a celebração. Na ocasião, chegou de Roma Mons. Luigi Drago, Secretário da Sagrada Con­gregação de Propaganda Fide (atual Congregação para a Evangelização dos Povos, do Vaticano). Os seminaristas pediram-lhe que propusesse ao Papa Pio XI a celebração de um Dia todo dedicado às Missões, como se fazia na Universidade do Sagrado Coração. Mons. Drago prometeu que falaria com o Papa a respeito. E, de Roma, mandou dizer que o Papa havia enviado uma resposta ao pedido: “Esta é uma inspiração que vem do céu.”

De fato, no final de março de 1926, realizou-se a Plenária do Conselho Superior Geral da Obra, já Pontifícia, da Propagação da Fé. Naquela ocasião, decidiu-se pedir oficialmente ao Papa Pio XI “a instituição em todo o mundo católico de um Dia de oração e de ofertas em prol da propagação da Fé”. Em 14 de abril de 1926, a Congregação dos Ritos comunicava que o Santo Padre havia concedido o pedido. Seria celebrado anualmente no penúltimo domingo do mês de outubro.

Uns anos antes, Pio XI fizera um gesto surpreendente e profético: na Solenidade de Pentecostes de 1922, interrompeu sua homilia e, em meio a impressionante silêncio, tomou seu solidéu, fazendo-o passar entre a multidão de bispos, presbíteros e fiéis na Basílica de São Pedro, no Vaticano, enquanto pedia a toda a Igreja ajuda para as Missões.

O primeiro Dia Mundial das Missões foi celebrado em 1927. Em 19 de outubro de 1985, o Papa João Paulo II lembrava a origem do Dia Mundial das Missões, falando aos fiéis da Igreja de Sássari, durante sua viagem pastoral à Sardenha. Neste ano de 2008, no dia 19 de outubro, penúltimo do­min­go do Mês das Missões, celebraremos o 82º Dia Mundial das Missões, com orações, iniciativas e coletas em todas as comunidades pelas Missões da Igreja no mundo inteiro.

Mensagem do Papa Bento XVI
para o Dia Mundial das Missões de 2008

Santa Teresinha de Lisieux Padroeira das Missões há 80 anos
“A 14 de dezembro de 1927, em resposta a pedidos provenientes do mundo inteiro, o Papa Pio XI proclamou Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face, humilde carmelita, Padroeira das Missões, como São Francisco Xavier. (…) Todos os fiéis, seguindo os passos de Santa Teresa de Lisieux, …/… a exemplo das primeiras comunidades cristãs, devem ter incessantemente a preocupação da Missão, para que Cristo seja em toda a parte conhecido e amado”.

Teresinha, “sem nunca ter saído do seu Carmelo, com a sua oração contemplativa e com a correspondência mantida com sacerdotes, o Pe. Bellière e o Pe. Roulland, viveu à sua maneira um autêntico espírito missionário, acompanhando cada um no seu serviço ao Evangelho e dando ao mundo um novo caminho espiritual, que lhe ganhou o título de Doutora da Igreja, há precisamente dez anos. Depois de Pio XII até aos nossos dias, os Papas não deixaram de recordar o vínculo entre oração, caridade e ação na Missão da Igreja, para que, como ressaltava também o Concílio Vaticano II, ‘o mundo inteiro seja totalmente transformado em Povo de Deus, Corpo do Senhor e Templo do Espírito Santo’ (Lumen Gentium, 17).”

(Papa Bento XVI, Carta para o Ano da Missão em Lisieux)

Os pais de Santa Teresinha serão beatificados dia 19 de outubro
Os pais de Santa Teresinha do Menino Jesus, Luís (1823-1894) e Zélia Martin (1831-1877), serão beatificados em Lisieux (França), no dia 19 de outubro, Dia Mundial das Missões. A notícia foi anunciada oficialmente pelo Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal José Saraiva Martins, no sábado 12 de julho, em Alençon (França). Os pais de Santa Teresinha de Lisieux casaram-se na Igreja de Nossa Senhora de Alençon, há 150 anos, em 13 de julho de 1853, motivo pelo qual o cardeal português viajou a Alençon e Lisieux em 12 e 13 de julho deste ano. Foram proclamados veneráveis por João Paulo II em 1994. Seus corpos, que foram exumados quando da visita do cardeal, encontravam-se enterrados ao lado da Basílica de Lisieux e serão trasladados para dentro da basílica em setembro. Um menino italiano, Pietro Schiliro, que hoje tem 6 anos, deve sua cura à oração de intercessão dos esposos Martin. Em Verona (Itália), foi confeccionado o relicário no qual descansarão os restos dos futuros bem-aventurados.

O primeiro casal a ser beatificado junto foram os esposos Luigi Beltrame Quattrocchi e Maria Corsini, beatificados por João Paulo II em 21 de outubro de 2001, também em um Dia Mundial das Missões.

Pietro Schiliro, o menino que experimentou o milagre, procede de Monza, cidade próxima a Milão. Nascido com uma má-formação dos pulmões, os médicos haviam dito que ele não poderia sobreviver. Um carmelita, o Pe. Antonio Sangalli, sugeriu então aos pais que fizessem uma novena aos pais de Santa Teresinha, que perderam quatro filhos em tenra idade, para obter a força de enfrentar o sofrimento. Mas a mãe declarou que faria uma novena (na verdade fez duas), para pedir a cura de seu filho. Hoje Pietro é uma criança em plena forma, que pôde ir a Lisieux com seus pais para agradecer Luís e Zélia Martin.

Santa Teresinha do Menino Jesus, co-padroeira mundial das Missões, também foi proclamada doutora da Igreja por João Paulo II em um Dia Mundial das Missões, em 19 de outubro de 1997.

Fonte: www.pom.org.br

“Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais longe. Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo. Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.

Como saber se a pessoa com quem você está se relacionando é seu par perfeito ou ideal?
A primeira certeza é pelo olhar. O encontro entre almas gêmeas é muito intenso, acontece ao mesmo tempo no plano astral. O olhar liga um ao outro, no plano da inteligência, que é estar com Deus. A atração sexual até acaba ficando em segundo plano.
Um outro critério muito importante é o da não possessividade. Pretender possuir, considerar-se dono ou querer ter o controle sobre outra pessoa é impor a própria presença e personalidade, forçar a natureza e o próprio sentimento, ao mesmo tempo que se “afoga” a personalidade do outro. E não se pode forçar ninguém a nos amar.
Não se pode abrigar alguém a nos amar. Um relacionamento amoroso só pode progredir e dar certo se for baseado no entendimento mútuo e no respeito.

Amar e ser amado envolve sempre o dever e a responsabilidade de nos fazermos amáveis, ou seja, dignos de ser amados.
Outra certeza do encontro das almas gêmeas é o amor genuíno, a genuinidade. A pessoa não procura modelar a outra segundo a imagem que tem em mente, mas aceita-a como ela é, procurando ajudá-la a alcançar sua personalidade melhor e mais elevada. Outra coisa muito comum que acontece no início dos relacionamentos é a cobrança que uma pessoa faz em relação à outra, dizendo que só fará uma determinada coisa se a outra pessoa fizer algo em troca.
A frase “farei isto se você fizer aquilo” é contrária à natureza da alma gêmea. A alma gêmea age, não vive de reações. Ela é ativa, viva. O princípio de conduta de ambos dificilmente será modificado por influências externas ou ideais que outras ou elas próprias impuseram.

Igualmente desonesto e injusto é ficar mantendo uma “conta corrente” para controlar o que um fez em benefício do outro.
A alma gêmea é generosa e não se importa em dar mais do que recebe. Eventualmente, com o passar do tempo, poderá magoar-se, mas quando isso acontecer, muito provavelmente será um indício de que o parceiro, na realidade, não é sua alma gêmea, pois se fosse ele estaria se importando com você, tanto quanto você se importa com ele. O amor genuíno, citado antes, é oferecido sem que a ele estejam presas correntes. É o que os filósofos chamam de amor desinteressado, ou em outras palavras, o que não pode ser comercializado.

Não se pode forçar ninguém a nos amar …
Podemos dizer que o amor genuíno é constante. Continua a ser dado, mesmo se o que se recebe em troca é exatamente o oposto do que se pretendia. O relacionamento das almas gêmeas não mantém o registro de erros nem mantém arquivos de mágoas. Além disso, o verdadeiro amor dá sempre o primeiro passo para a reconciliação rápida, ainda que não tenha a certeza quando à resposta. Quanto mais rápido, melhor. O amor verdadeiro baseia-se na fé, e não no medo.
O amor é generoso, amigo e esclarecido. Nada de leviandades ou promiscuidade.
Embora o amor seja incondicional, não é dado aleatoriamente, levianamente ou cegamente. O amor deve ser generoso e esclarecido.
O amor genuíno é o amor abrangente. Como no relacionamento de um casal, esse amor alcança e vai além do aspecto puramente físico. Este não é descartado, mas a união vai além disso, atingindo o espiritual e também o mental, sendo muito mais intenso, rico e duradouro.
O encontro de almas gêmeas rejeita qualquer distinção de raça, nação e credo, desde que haja um nível básico de afinidade que lhe garanta o início do relacionamento e sua sobrevivência.

O amor de almas gêmeas é puro e abrangente e não tem idade, pois independe do aspecto puramente físico. A união é muito mais elevada, atingindo esferas espirituais e mentais intensas, ricas e duradouras.

O primeiro passo, se você estiver sozinho, é ver as pessoas como elas são, e não como você gostaria que elas fossem. Aceite as pessoas sem preconceito. O amor que discrimina é conhecido como amor individual e não fraternal , universal.

O amor de Almas Gêmeas é inesgotável, não diminui à medida que o relacionamento continua, mas aumenta cada vez mais.
Não existe namorado, amante ou amado, muito menos divisões, desuniões ou desilusões.
O amor subsiste em outros planos e em outras vidas.
É eterno.

PARCEIROS PELA CHINA

Parceiros pela China é um projeto internacional que busca a colaboração de todos os cristãos para levar ao povo chinês a palavra de Deus.

Os valores tradicionais, que incorporam elegância, simplicidade, harmonia e hospitalidade, encontram a sua máxima expressão na China moderna, voltada para a tecnologia e o crescimento econômico. Porém nesta China moderna o cristão ainda não tem contato com a sagrada escritura.O governo Chinês autoriza somente o culto sob o seu olhar atento e ameaçador.

Precisamos de sua ajuda para levar milhares de cópias “do livro do amor” a este povo necessitado do Senhor. Hoje é o tempo favorável.

Faça parte desta grande missão.

http://www.parceirospelachina.com/

Como ajudar
BANCO DO BRASIL
AGÊNCIA 0029-9
CONTA 23574-1
EM NOME DE: PROJETO BÍBLIA CHINA
A cada R$ 5,oo depositados o Projeto “Parceiros pela China” envia uma Bíblia em mandarim e um DVD sobre a vida de Jesus para o povo chinês

Chiquinho e Tamires

Quando digo a você que vou te amar pra sempre, não é simplesmente a verdade que está dentro de mim, mais a vontade explicita de um Deus Criador que nos fez um para o outro. Toda vez que vejo a sua imagem é como se plantasse dentro de mim um jardim florido, cheio de vida e beleza.
Sou e estou a cada passo em minha existência aprendendo o verdadeiro sentido do amor, e você me fez conhecer o que sou e para que vim a esse mundo. “Preciso de você como o coração precisa de uma batida…” a cada carinho seu, a certeza de que um anjo me toca e me protege. A cada beijo seu uma oração envolve o meu coração, e ao invés de dizer amém, digo “Eu te Amo”. Que seja eterno, verdadeiro e possamos passar o resto da vida cercados pelo que sentimos um pelo outro, e somente nós sabemos o quanto é lindo.
Te amo…..do tamanho do universo…rsrsrs

“Não quero ser Santa pela metade, escolho tudo”.
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Francesinha, que nasceu em Aliçon 1873, e morreu no ano de 1897. Santa Terezinha não só descobriu no coração da Igreja que sua vocação era o amor, mas sabia que o seu coração – e o de todos nós – foi feito para amar. Terezinha entrou com 15 anos no Mosteiro das Carmelitas, com a autorização do Papa e sua vida passou na humildade, simplicidade e confiança plena em Deus.

Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus, pela salvação das almas, e na intenção da Igreja. Santa Terezinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o pai, livre igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus, e tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou a pequena via da infância espiritual.

O mais profundo desejo do coração de Terezinha era ter sido missionária “desde a criação do mundo, até a consumação dos séculos”. Sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia “História de uma alma”, e como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra.

Proclamada principal padroeira das missões em 1927, padroeira secundária da França em 1944, e Doutora da Igreja, que nos ensina o caminho da santidade pela humildade em 1997, na data do seu centenário. ela mesma testemunha que a primeira palavra que leu sozinha foi: ” céus “; agora a última sua entrada nesta morada, pois exclamou : ” meu Deus, eu vos amo…eu vos amo “.

Novena Milagrosa

A Santa deixou escrito nas suas memórias: “Quero passar o meu céu fazendo o bem sobre a terra”. “Farei cair uma chuva de rosas”.

O Padre Putigan, em 3/12/1925 começou uma novena pedindo à Santa uma graça importante. Para saber se era ouvido, pediu um sinal. Queria receber uma rosa como garantia de alcançar a graça. Não falou a niguém da novena que estava fazendo. No terceiro dia, recebeu a flor pedida e alcançou a graça.

Começou, então, outra novena. Recebeu a rosa e recebeu a graça. Resolveu propagar a novena. Hoje, é feita no mundo inteiro. Pode ser começada em qualquer dia do mês. Há uma legião de amigos da Santa que fazem a novena do dia 9 a 17 de cada mês.

IRMÃOS DE SANTA TEREZINHA

1. Leia e medite a Palavra de Deus (Bíblia) diariamente;
2. Divulgue a Bíblia, doando pelo menos um exemplar ao ano;
3. Conheça a vida de Santa Teresinha lendo seu livro “História de uma Alma”;
4. Divulgue a vida de Santa Teresinha, através da impressão e distribuição da “Novena das Rosas”;
5. Participe da Santa Missa (confesse e comungue);
6. Ore sempre pelo Papa, Bispos, Padres, pelo Povo e nunca se esqueça dos Jovens;
7. Motive a formação de Grupos de Oração, onde você possa trocar experiências e colocar a vida cristã em comum.

A NOVENA

Durante 9 dias, rezam-se 24 “GLÓRIA AO PAI, AO FILHO E AO ESPÍRITO SANTO, ASSIM COMO ERA NO PRINCÍPIO, AGORA E SEMPRE POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS, AMÉM”, agradecendo a DEUS os favores e graças com que cumulou a Santa, durante os 24 anos em que viveu na terra. ORAÇÃO PARA TODOS

ORAÇÃO PARA TODOS OS DIAS DA NOVENA

Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, eu vos agradeço todos os favores e graças com que enriquecestes a alma de vossa serva, Santa Terezinha do Menino Jesus, durante 24 anos em que passou na terra e, pelos méritos de tão querida Santa, concedei-me a graça que ardentemente vos peço – (faça o pedido da graça) – se for conforme a Vossa Santíssima Vontade e para o bem de minha alma.
Ajudai minha fé e minha esperança, ó Santa Terezinha; cumpri mais uma vez vossa promessa que ficaria no céu a fazer o bem sobre a terra, permitindo que eu ganhe uma rosa, sinal de que alcançarei a graça pedida.
Rezam-se os 24 GLÓRIA AO PAI, AO FILHO E AO ESPÍRITO SANTO, podendo-se acrescentar a cada GLÓRIA AO PAI…, a jaculatória:
SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS, rogai por nós.

Amor: sentimento que impele as pessoas para o que lhe afigura belo, digno ou grandioso. Afeição, grande amizade, ligação Espiritual. Carinho. Tendência ou instinto que aproxima os animais para a reprodução. Desejo sexual.
Essas são algumas das definições encontradas no dicionário para a palavra amor. Mais a pergunta que hoje iremos nos fazer é “Se realmente sabemos amar”.

Para isso precisamos responder a outro questionamento: “O que é amor?” “Amor está longe da visão romântica que conhecemos, amar não é precisar do outro porque simplesmente aprecia a compania. Amar é necessitar da presença do outro, pois as almas se completam e sozinho o mundo não tem sentido”.
Como diz o poeta, “Homem nenhum é uma ilha” e não nascemos para vagar pela vida sozinhos, precisamos do outro, precisamos da amizade no dia-a-dia, precisamos de um companheiro(a). Mais tudo está tão diferente do que já ouvimos de como eram os amores antigamente. Hoje nos prendemos a uma razão constante, que faz com que olhamos mais para os nossos objetivos externos e não no objetivo interno do nosso coração. As vezes afogamos o amor que existe em nós, ou mesmo a possibilidade de amar denovo. As vezes confundimos a paixão com amor e usamos a palavra eu te amo, no sentindo de chegar mais perto da conquista.
E este desrespeito com está palavra é que tem gerado a descrença de um povo que vive apaixonado, mais não acredita mais no amor. Olhar para um amigo(a), e sentir-se amado ou amada por este(a) hoje não acontece. Simplesmente nos entregamos a não cometermos caretisses.
Jesus nos ensina, o verdadeiro sentido da vida. Amar, doar-se e viver por uma causa que alimente a nossa vida. E ele apresenta aonde esse amor nos é dado. Pelo Espirito Santo que nos move, nos aproxima do amor, nos impele, nos cativa e nos preenche.
“Sou do meu Amado, como minha Amada és da minha Alma”
Essa frase nos remete a uma realidade que tem feito parte da vida dos casais. Achar que amor é posse. Assim é notado um desiquilibrio hoje no amor, existindo uma falta de harmonia no amor, quando se gosta muito mais do objeto do que do próprio desejar. O que mata as relações é quando as pessoas se dedicam ao relacionamento em busca de posse. É o ciúme possessivo, fazendo com que hoje ame a pessoa como um objeto, como uma coisa. “AMOR NÃO É POSSE”

Na filosofia “Amor é a busca pelo que falta, pelo que preenche”
Emocionalmente, amar é buscar no outro um alguém que supra nossas carências afetivas e espirituais.
O amor é uma vontade de saber mais e não ser mais.
O amor é um sentimento em relação á vida, de enxergar valores nas coisas além das aparências. É um sentimento idealista, como uma visão espiritual da vida.
O amor não é, portanto, a simples fusão de duas pessoas, mas o dom mútuo de dois seres livres, com tudo o que eles são: corpo, coração e espírito, assim como o bem precioso que é a vida. A lógica do amor é aspirar a um dom definitivo. Só uma decisão recíproca e para o resto da vida, permite que o amor humano atinja um certo absoluto, podendo assim satisfazer o nosso coração.

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Poeta e prosador brasileiro (Itabira, MG, 1902 – Rio de Janeiro, 1987). Poesia complexa e profunda, de múltiplas facetas: a visão de um universo grotesco, a tristeza e horror à vida, o senso de solidariedade humana, a luta pela expressão. Em gênero mais leve, como a crônica, revela, ora com desencanto, ora com espírito satírico, minuciosa observação do cotidiano. Tem sido traduzido para várias línguas. Obras principais: poesia — Alguma poesia (1930), Brejo das almas (1934), Sentimento do mundo (1940), José (1942), A rosa do povo (1945), A paixão medida (1981), Corpo (1984); crônicas —Contos de aprendiz (1951), Fala amendoeira (1957), Cadeira de balanço (1966), O poder ultrajovem (1972)

Kiss

Este video mostra toda grandiosidade do amor em sua plenitude. Quando busco reerguer a minha alma é nesse video que me reencontro.

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